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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Canonical lança site voltado para desenvolvedores de aplicativos do Ubuntu

Um novo portal desenvolvido pela Canonical promete incentivar o surgimento de aplicativos para o Ubuntu. Trata-se do Ubuntu App Developer, que oferece todo o suporte para auxiliar desenvolvedores a criarem seus produtos para a plataforma.
Ubuntu App Developer (Foto: Reprodução)Ubuntu App Developer (Foto: Reprodução)
Para os novatos, a Canonical projetou uma série de conteúdos, tais como vídeos de tutorias, links de fontes de ajuda e instruções detalhadas do funcionamento da plataforma. Tudo para que novos desenvolvedores possam se familiarizar com o Ubuntu e se sintam mais à vontade para produzir aplicativos para este que é o terceiro sistema operacional mais usado do mundo.
Outros recursos estão presentes no portal, desta vez voltados para os criadores antigos. São ferramentas que permitem fácil acesso ao índice de downloads e o número de vendas, além de possibilitar a alteração das informatações fornecidas, tais como descrição e nome do aplicativo.
O visual do Ubuntu App Developer é ótimo e, se as previsões da Canonical se confirmarem, o site deve tornar-se um centralizador de toda a produção voltada para a plataforma. Como o sucesso de um sistema operacional, atualmente, está em grande parte atrelado aos aplicativos para ele disponíveis, a iniciativa do grupo pode ser fundamental para estimular a expansão do Ubuntu.
Via OMG! Ubuntu!

Como integrar o Google Agenda ao Gnome Shell do Linux

O Gnome Shell é um  dos ambientes gráficos mais conhecidos do mundo Linux. Ele traz recursos diferenciados ao desktop, principalmente quanto à identidade visual, que é moderna e elegante.
O script usa as chaves do Gnome para armazenar sua senha e automaticamente buscar os eventos do Google Agenda quando você clicar no calendário do Gnome Shell no painel superior. Por enquanto, você não pode configurar qual calendário é importado (todos são usados) e não há nenhuma configuração (mas ainda é muito fácil de usar).
Para integrar o Google Agenda à versão Gnome Shell, siga os passos adiante:
Google Agenda no Gnome Shell. (Foto: Reprodução)Google Agenda no Gnome Shell. (Foto: Reprodução/Web Upd8)
Passo 1: Antes de tudo é preciso instalar no seu computador dependências para Ubuntu e Fedora, são elas respectivamente: sudo apt-get install git-core python-gtk2 python-dbus python-gdata python-iso8601 python-gnomekeyring e sudo yum install git-core pygtk2 dbus-python python-gdata python-iso8601 gnome-python2-gnomekeyring.
Passo 2: Em seguida, faça o download e execute o Google Agenda para Gnome Shell através deste caminho: cd git clone https://github.com/vintitres/gnome-shell-google-calendar.gitcd gnome-shell-google-calendar./gnome-shell-google-calendar.py.
Passo 3: Após executá-lo pela primeira vez, você será solicitado a digitar seu e-mail do Google Agenda e a senha. De agora em diante, a senha será armazenada no Gnome e uma vez logado, os seus eventos do Google Agenda devem aparecer no seu calendário do Gnome Shell.
Passo 4: Para a agenda do Gnome Shell iniciar automaticamente, abra "Startup Applications". Em "Name" entre em "Gnome Shell Calendar". Sob o comando, clique em "Browse" e selecione gnome-shell-google-calendar.py a partir da pasta gnome-shell-google-calendar na página inicial do seu diretório.
Via: Web Upd8

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ativistas defendem uso livre da web


Londres - Ativistas de Internet acusaram governos de causar dificuldades aos usuários da Web, defensores dos direitos humanos e empresas privadas na realização de seu trabalho, em função das tentativas estatais de exercer controle sobre o mundo online.
Os ativistas afirmaram que as autoridades estão demonstrando mais ousadia em seus esforços para regulamentar a Web, cujo uso facilitou as revoluções árabes, permitiu vazamentos maciços de documentos diplomáticos norte-americanos e facilitou o florescimento da pirataria online.
"O que vimos nos últimos três anos é que os governos já não hesitam em suas tentativas de regulamentar o conteúdo de Internet", disse Joy Liddicoat, coordenadora de projeto da Association for Progressive Communications, da Nova Zelândia, que luta para proteger os direitos das pessoas na Internet e quanto ao seu uso.
Os ativistas se pronunciaram durante o Internet Governance Forum, um evento anual realizado na terça-feira em Nairóbi que reúne empresas, organizações sem fins lucrativos, representantes de governos e cidadãos comuns.
Os participantes da reunião afirmaram que os governos estão cada vez mais filtrando e bloqueando o conteúdo da Web, conduzindo operações de vigilância e solicitando dados e informações pessoais, em países como o Egito e o Paquistão.
"São essas as questões que gostaríamos de ver discutidas no fórum, e acreditamos que sejam necessárias discussões muito mais abertas e transparentes sobre como devemos responder a esses desafios", disse Liddicoat.
Os ativistas esperam demonstrar que estão mais capacitados a definir as futuras regras da World Wide Web, que se tornou propulsora importante de crescimento econômico em um mundo à beira da recessão.
Maud de Boer-Buquicchio, vice-secretária geral do Conselho da Europa, uma organização que congrega 47 países e trata principalmente da defesa dos direitos humanos, disse que a crescente relevância da Web como ferramenta de comunicações e comércio que serve milhões de pessoas torna mais urgente que surjam acordos sobre a questão do controle da Internet.
"É um momento importante para definirmos princípios para o controle da Internet, no nível das pessoas e organizações que controlam a Internet", disse de Boer-Buquicchio.

Intel e Samsung vão criar Linux para celular


São Paulo - Dois grupos de software Linux anunciaram na quarta-feira que uniram forças para desenvolver um novo sistema operacional para celulares e outros aparelhos em colaboração com a Intel e Samsung Electronics.
No entanto, analistas consideram que a nova plataforma Tizen deve enfrentar dificuldade para atrair mais apoio dos programadores e fabricantes na concorrência com os cerca de 12 outros sistemas operacionais já existentes em um mercado dominado pela Apple e pelo Google Android, também baseado no Linux.

Mesmo grandes empresas de tecnologia como a Nokia e a Hewlett-Packard optaram por abandonar suas plataformas próprias para celulares, este ano.
"A melhor esperança para o projeto é que as grandes operadoras comecem a se preocupar com o crescente domínio do Android sobre os celulares inteligentes e decidam deliberadamente optar por plataformas rivais, a fim de restringir a grande influência que o Google vem desenvolvendo sobre o mercado móvel," disse o analista Neil Mawston, da Strategy Analytics.
A LiMO Foundation e a Linux Foundation anunciaram que a nova plataforma Tizen será um sistema operacional de fonte aberta e padronizado para múltiplos aparelhos, entre os quais smartphones, tablets, televisores inteligentes, netbooks e sistemas de informação e entretenimento para veículos.
O lançamento inicial deve acontecer no primeiro trimestre de 2012, o que permitirá que os primeiros aparelhos equipados com o Tizen cheguem ao mercado na metade do ano que vem, anunciaram os dois grupos.
A Intel, maior fabricante mundial de semicondutores, que desenvolveu o MeeGo, um sistema operacional próprio baseado no Linux, e a Samsung, segunda maior fabricante mundial de smartphones e uma das principais colaboradoras da LiMo, presidirão o comitê técnico que orientará o desenvolvimento do Tizen.


Fonte:Info

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Jogos como um incentivo à realidade no Digital Age 2.0

Uma das mais respeitadas personalidades da pesquisa e criação de jogos sociais, Jane McGonigal, participará do Digital Age 2.0 por videoconferência. A quinta edição do Digital Age 2.0 acontece nos dias 28 e 29 de setembro, no Sheraton WTC Hotel, em São Paulo, e reúne grandes especialistas para discutir as novas oportunidades da comunicação, da publicidade, do marketing e dos negócios em um mundo digital hiperconectado onde os consumidores são também produtores de informação.

McGonigal é especialista na vida digital e pesquisa como jogos e seus conceitos (avatares, missões e recompensas) podem ser aproveitados nas ações cotidianas, no relacionamento entre as pessoas, na comunicação e no marketing. Seu mais recente livro, lançado em 2011 e inédito no Brasil, “Reality Is Broken: Why Games Make Us Better and How They Can Change the World” (A Realidade está quebrada: por que os games nos fazem melhores e como eles podem mudar o mundo) ficou entre os best-sellers do New York Times. A principal tese da obra, segundo a autora, é que “se trouxermos a lógica dos games para o mundo real e vivermos como se estivéssemos jogando, podemos mudar o mundo para melhor.” A "ludificação” pode transformar tarefas simples ou complexas em jogos e aumentar o prazer das pessoas em realizá-las. “O fato de tantas pessoas, de diferentes idades e no mundo inteiro estarem escolhendo gastar seu tempo em universos ‘ludificados’ é sinal de algo importante, um fato urgente que precisamos entender”, escreve Jane McGonigal no livro.
Chegamos em um nível de permeabilidade entre o real e o virtual onde é possível questionar se os jogos imitam a vida ou a vida deve imitar os games? Jane McGonigal percebeu a potencialidade que deve ser explorada nos jogos e já criou alguns games com engajamento social como “A World Without Oil” (Um Mundo sem Petróleo) e “I Love Bees” (Eu Amo Abelhas). A criadora de jogos sociais também atua como Diretora de Pesquisa e Desenvolvimento de Games do Institute for the Future e é Diretora de Criação da SocialChocolate.com, uma startup de desenvolvimento de jogos que está usando conhecimentos científicos para criar jogos sociais de aventura radical.
Além de McGonigal, outros palestrantes internacionais já estão confirmados para o evento: Dawn Zencha, vice-presidente de Estratégia Digital da iProspect – uma das principais agências de marketing digital global; Luke Beatty, vice-presidente do Yahoo! e responsável por gerir as unidades de negócio de comunidades como Flickr, Yahoo Contributor Network, Yahoo Groups e Yahoo Answers, entre outras; Steven Rosenbaum, fundador do Magnify.net, site de curadoria de vídeo e autor do best seller Curation Nation; Chris Perry, presidente da divisão comunicação digital da Wheber Shandwick, com mais de 15 anos de experiência construção de marca, relações com a mídia e comunicações digitais. Outro destaque é Tiffany Schlain, cineasta, artista, cofundadora da Academia Internacional de Artes Digitais e Ciência, e fundadora do mais prestigiado prêmio da internet mundial - The Webby Awards.
Já entre os brasileiros, o elenco de palestrantes inclui Fernando Taralli, presidente da Energy, agência do Grupo Newcomm e um dos especialistas em interatividade mais renomados do país; Gal Barradas, CEO da Agência F.biz, com mais de 20 anos de experiência no mercado de agências; e Risoletta Miranda, jornalista com MBA em marketing e diretora-executiva da FSB PR Digital, entre outros.
O Digital Age 2.0 é realizado pelo Now! Digital Business e tem o apoio de mídia da CBN. Para mais informações sobre o evento e o perfil completo dos palestrantes, visite o site www.digitalage20.com.br. As novidades do Digital Age 2.0 podem ser acompanhadas no Twitter e no Facebook.
Digital Age 2.0
Organização e promoção: Now!Digital Business
Data: 28 e 29 de setembro de 2011
Local: Sheraton WTC Hotel, São Paulo-SP
Fonte: Assessoria de imprensa Digital Age 2.0

Versão 3.1 do kernel Linux sofrerá atrasos

O kernel do sistema Linux vem sendo desenvolvido e lançado a um passo incrivelmente rápido, contudo essa realidade vai mudar para o lançamento da versão 3.1. Alguns fatores desaceleraram todo o processo e eventualmente o lançamento do kernel sofrerá um pequeno atraso.

Um dos motivos é a invasão sofrida nos servidores do site kernel.org no final de agosto. O site permanece offline, juntamente com o serviço git usado para realizar o controle de versão de código. Apesar do desenvolvimento continuar no GitHub, Linus Torvalds quer realizar a combinação de código para o Linux 3.2 já no domínio kernel.org.
Outro motivo é que Linus Torvalds está saindo de férias.
O mantenedor do kernel escreveu na lista de discussão de desenvolvimento do kernel, LKML, que ele não conseguiria lançar uma versão final do 3.1 antes de suas férias, programadas para o começo de outubro, sem deixar a próxima janela de combinação de código um caos. De acordo com ele "uma janela de combinação com o kernel.org fora do ar simplesmente não funcionaria".
Há também uma outra razão para esse atraso, Torvalds não gostou de alguns dos códigos não-testados, que foram enviados no começo da semana. Apesar de estar ansioso para lançar o sétimo candidato de lançamento do kernel, Linus se recusou à fazê-lo, deixando claro que "não acrescentaria esse tipo de código não testado. Vocês poderiam, por favor, tomar vergonha na cara?" acrescentou no seu tradicional estilo.
Fonte: internetnews, em inglês.

Ubuntu 11.10 aberto para testes

O segundo beta da versão 11.10 do Ubuntu, batizado "Oneiric Ocelot", foi lançado. Voltado para desenvolvedores, curiosos e espíritos aventureiros, o Ubuntu 11.10 Beta 2 é a última prévia de desenvolvimento da distribuição antes da versão completa ser lançada dia 13 de Outubro, uma quinta-feira.
Desde o último lançamento beta, os desenvolvedores atualizaram o kernel da distribuição para a versão 3.0.0-11.18, que é agora baseado na versão estável 3.0.4 do kernel "vanilla", e acrescentaram várias atualizações de pacotes. O sistema GNOME, que provê vários dos serviços por trás do ambiente de trabalho Unity, foi atualizado para a versão 3.1.92, uma versão de pré-lançamento do GNOME 3.2, que deve ser lançado em breve.
Entre outras mudanças estão a integração do OneConf à Central de Software do Ubuntu para sincronizar aplicativos entre computadores, e melhorias ao suporte "multi-arquitetura", que permite que usuários instalem pacotes de bibliotecas e aplicativos de 32 bits em sistemas de 64 bits. Instruções de como habilitar multi-arquitetura, para usuários que atualizaram o Ubuntu para a versão 11.10 antes do Beta 1, estão listadas na página Technical Overview.
Ao contrário do cliente de email Thunderbird, o conjunto aberto de aplicativos para escritório LibreOffice não oferecerá suporte ao "menu global" do Unity por padrão. Björn Michaelsen, da Canonical, afirma que isso se deve à problemas de estabilidade. Contudo, ainda é possível habilitar esse suporte com a instalação do pacote lo-menubar da Central de Software do Ubuntu.
A edição para servidores do Ubuntu 11.10 Beta 2 incluirá o Orchestra, uma coleção de serviços em software livre para "prover, lançar, hospedar, gerenciar e orquestrar serviços de infraestrutura de data centers empresariais", e o Juju (antigamente conhecido como Ensemble) para lidar com o lançamento e orquestração de serviços em sistemas em nuvem ou tradicionais, permitindo que pacotes sejam instalados e configurados usando scripts de configuração chamados "Charms". Os desenvolvedores também ressaltam que o hypervisor Xen foi reintroduzido nessa versão.
Mais detalhes sobre o segundo beta, inclusive com uma lista de problemas conhecidos, podem ser encontrados na página Technical Overview e no anúncio da lista oficial. A página Blueprints for Oneiric, no sistema Launchpad, lista os recursos e mudanças planejados para a versão 11.10. O Beta 2 do Oneiric Ocelot está disponível para download no site do projeto. Usuários executando o Ubuntu 11.04 em um desktop podem instalar o beta, pressionando Alt+F2 e digitando update-manager -d na caixa de comando.
Há também um Beta 2 para o Ubuntu Core (a plataforma do Ubuntu para dispositivos embarcados), assim como para o Kubuntu, Xubuntu, Edubuntu, Mythbuntu e Lubuntu, as edições derivadas oficiais do Ubuntu.
Como é de praxe em todos os lançamentos em desenvolvimento, não recomendamos o uso de versões beta em ambientes de produção e sistemas de missão crítica. Também encorajamos que usuários testando a distribuição apresentem comentários e relatem quaisquer problemas encontrados.
Fonte: h-online, em inglês.